Já tenho uma certa idade e já presenciei certos momentos. E há certos momentos que exigem um comportamento "padronizado".
Meu jeito de lidar com a morte é tão diferente do que todos supõe que deve ser.
Não sei explicar. Eu simplesmente não sinto a tristeza que todos sentem. Eu, aos olhos de 'vocês', sou fria e indiferente. Mas, para mim, a morte não me afeta tanto como afeta aos outros. Vocês choram, ficam tristes, se desesperam; eu não.
Não posso presumir que seja pelos conhecimentos e crenças religiosas que tenho, pois nem todos que acreditam em reencarnação, espíritos, outras dimensões e afins são assim.
Também não posso presumir que é desapego emocional, pois eu sou sim uma pessoa bem sensível e emotiva.
Não creio também que seja algum tipo de "mecanismo psicológico" - entenda por isso um trauma, uma ação do meu subconsciente ou whatever.
Well, tudo isso para dizer que a minha tia faleceu hoje e eu não senti tristeza, eu não senti angústia, eu não chorei e eu poderia muito bem ter seguido com o meu dia como se nada tivesse acontecido. Mas eu não o fiz, por respeito aos meus familiares. Mantive-me reclusa, quieta e séria. Mas somente em apoio a eles e assim sempre o farei.
Porque eu sei que minha mãe carrega consigo uma grande inquietação e uma incompreensão do meu comportamento no dia que meu pai faleceu. Pode até ser raiva, não sei. Eu não chorei, eu não fiquei arrasada e eu não fui ao velório e cremação. E quando me deram a notícia, eu a digeri e, minutos depois, estava segurando o braço do meu violão, esperando o elevador para ir ao quarto andar, na casa do meu amigo Daniel. Fui até lá e fiquei tocando violão à tarde toda.
Não é indiferença, é simplesmente o jeito como
eu lido. Lógico que meu pai faz falta, tanto como pessoa como o seu papel de pai e chefe de família. Mas ele se foi e isso é
fato. Entra na minha cabeça e lá processa-se e torna algo irrefutável. E, pelas crenças que eu tenho, a partir daquele momento, ele está num lugar melhor, está em um plano/dimensão mais evoluído, desapegado de sentimentos pequenos e lamacentos. É mesquinho e egoísta de nossa parte desejar ter a pessoa junto de nós, sentindo-se abandonadas e injustiçadas.

"
Mentalist: noun. Someone who uses mental acuity, hypnosis and/or suggestion. A master manipulator of thoughts and behavior."
Assim inicia o episódio da mais recente queridinha das séries americanas (17 milhões de telespectadores), The Mentalist. Estrelada por Simon Baker, que esbanja carisma e boa interpretação, com pausas ora dramáticas, ora caricatas, ele lidera o elenco, que não se destaca muito, somente dá suporte - não talvez pela falta de talento dos atores e sim, na minha opinião, pela ausência de interesse dos roteiristas em deixar os co-protagonistas com falas e diálogos mais interessantes, puxando toda sardinha e colhões para o personagem central.
Baker é Patrick Jane, um médium que ganhou fama e estrelato fingindo que se comunicava com os mortos, hoje trabalha como um "especialista" que acompanha a equipe da California Bureau of Investigation (uma espécie de polícia estadual) a desvendar os mais variados crimes, contribui usando de observação e lógica para agregar pistas que passam despercebidas. Algumas reviews que li pela internet apontam a série sendo uma mistura de CSI + Psych + Cold Case e uma pitada de House, mas eu não vejo como uma junção de séries já existentes (porque se for assim, qualquer série que resolve crime então é filha de CSI); The Mentalist está mais para uma re-leitura, uma forma de tentar inovar, de re-arranjar as velhas fórmulas de sucesso e continuar atraindo o público.
Os mais céticos dirão que são truques baratos, já os mais impressionáveis - se fosse realidade e nao ficção - diriam que ele realmente é um médium e "vê" coisas. Nisso a série não deixa dúvida, ela toma partido mostrando a todo tempo que as coisas mediúnicas são, sempre, comprovadamente, truques ou uso de observações.
O que atrai na série é, como já mencionado antes, o carisma do ator principal, mas não posso deixar de evidenciar que a caracterização de Patrick Jane foi tão importante para o sucesso da série assim como foi a caracterização de Gregory House feita brilhantemente pelo ator Hugh Laurie. O uso do terno e colete cinza-azulado-claro, em tecido mais leve, dando um ar de descontraído, seu sorriso irônico e cheio de confiança; o não negar a beleza e o charme do galã, mas jamais usando-as para galantear ou obter vantagens. Isso sem contar a quebra de protocolo (fazer o certo, mesmo que seja errado) e a caracterização extrema com valores humanos (revoltar-se com a morte de um assassino).
Agora, pessoalmente, o que me intriga é a vida pessoal do personagem principal. Porque a cada episódio algo vai sendo revelado. Logo no início, não vou lembrar exatamente quando, mostram que a mulher e a filha de Jane foram assassinados cruelmente por um serial killer sarcástico chamado Red John. E os primeiros episódios sempre tinham Red no nome, então imaginei que seria uma marca da série, assim como todos os títulos de episódio do The L Word começam com a letra L, mas não foi bem assim. Red John consegue ser mais "esperto" que o próprio espertalhão da série, estando sempre um passo a frente, aquela famosa máxima "quando vc pensa em ir, eu já estou voltando". Sei que o tal serial killer nunca vai ser pego, talvez na última temporada (e sabe-se lá até quando vai perdurar), porém a caçada a Red John continua e isso é intrigante. A revolta e a obsessão de Jane também.
Em paralelo a isso, há o romance proibido do agente Rigsby com a - linda - agente Van Pelt. Ela é novata na equipe e desde que entrou Rigsby morre de amores, porém nunca tentou nada porque são companheiros de trabalho e a ética não permite. Há também um pouco de atenção voltada para o persuassivo agente Cho - lindo tb! - um especialista em interrogatórios. Porém, thumbs down para o papel da agente sênior Teresa Lisbon, que é apagada e não recebe atenção especial para a sua vida pessoal.
Terça-feira foi dia de eleição para o representante de classe e os candidatos foram o Obama, Tabaco e o Balada.
Com muita relutância, pois ele não queria se candidatar - mas a classe calorosamente clamou por seu nome e sua candidatura -, Obama disparou na liderança, seguido pelo Balada, que foi nomeado vice.
É. Dá uma vontade tremenda de me socializar.
nota para mim mesma:
House - S05xE13
Mentalist - S01xE12
- Vê aquele pacote de 'calmantes' Virginia Killing no fim do piano?
- Sim.
- Tudo que você precisa saber da vida está guardado naqueles invólucros. Notará que uma de suas personalidades é seduzida por ilusões de grandeza: um maço dourado de cigarros com uma insígnia real. Uma implicação atraente em direção à grandeza e prosperidade. A sugestão sutil de que cigarros são de fato seus amigos reais e leais. E isso, Pete, é uma mentira.
- Sua outra personalidade tenta chamar sua atenção para o lado reverso da discussão. Escrito em tedioso e ousado preto e branco, está o anúncio... (cigarro mata) de que esses pequenos sargentos da morte, estão de fato, tentando matá-lo. E isso, Pete, é a verdade.
- A beleza é uma chamada sedutora à morte. Sou atraído pelo doce som de sua sirene.
- Aquilo que começa doce termina amargo. E o que começa amargo termina doce. É por isso que você e eu amamos as drogas...
Trecho do filme
Rocknrolla, do diretor Guy Ritchie. Certos momentos entediantes, certos momentos atraentes. Vale a pena assistir, mas é só por assistir, passar o tempo. Não espere ser um filme que faça você pensar muito ou se emocionar. Filme de ação, de porradas, de tiros, de homens bonitos e maus, um retrato underground londrino, com pitadas de humor e irreverência a la guy ritchie.
O Curioso caso de Benjamin Button seria nada mais nada menos que uma outra leitura do roteiro de Forrest Gump! É realmente incrível como as duas histórias compartilham "coincidências". Veja vídeo
aqui
Às vezes estamos em rota de colisão e não sabemos. Seja acidentalmente, ou desígnio, não podemos fazer nada.
Em Paris, uma mulher estava indo fazer compras, mas ela tinha esquecido o casaco e voltou para pegá-lo. Quando ela pegou o casaco, o telefone tocou, ela parou para atendê-lo e falou por alguns minutos.
Enquanto a mulher estava no telefone, Daisy ensaiava no Teatro de Paris. E enquanto ela ensaiava, a mulher do telefone tinha saído para pegar um táxi.
Um taxista tinha deixado um passageiro e parou para tomar um café.
Nesse tempo todo Daisy estava ensaiando.
O taxista que tinha levado o passageiro e que parou para o café, apanhou a Sra. que ia fazer compras e que tinha perdido o outro táxi. O taxista teve que esperar o homem que saiu para o trabalho 5 minutos mais tarde, porque esqueceu de ligar o alarme.
Enquanto o homem estava atravessando a rua, Daisy terminou o ensaio e foi para o banho. Enquanto tomava banho, o taxista esperava a mulher buscar o pacote que ainda não tinha embrulho, porque a moça que ia embrulhar tinha terminado com o namorado e se esqueceu.
Quando foi embrulhado, a mulher voltou ao táxi e o táxi foi bloqueado na rua por um
caminhão de entregas.
Nesse tempo todo Daisy estava se vestindo.
O caminhão de entregas foi embora e o táxi andou.
Enquanto Daisy, a última a se vestir, esperava sua amiga, cujo laço do sapato arrebentou.
Enquanto o taxi estava parado no semáforo, Daisy e a amiga dela saíram pela porta dos fundos do teatro.
Se apenas uma coisa tivesse acontecido diferente, se o laço não tivesse desamarrado, ou se o caminhão tivesse se movido, ou se o pacote estivesse embrulhado, porque a moça não teria
terminado com o namorado, ou se o homem levantasse 5 minutos mais cedo, ou se o taxista não tivesse tomado café, ou se a mulher lembrasse do casaco e pegasse outro táxi, Daisy e a amiga atravessariam a rua e o táxi passaria direto!
Mas a vida sendo o que é - uma série de encontros e cruzamentos - fora do controle de todos. O taxi não passou direto!
E aquele motorista foi momentaneamente distraído! E o táxi atropelou a Daisy!
trecho do filme "O Curioso Caso de Benjamin Button", adaptado do conto do escritor americano F. Scott Fitzgerald (The Great Gabsy).
Rapper Kanye West decide adotar novo nome profissional
O famoso rapper Kanye West está decidido a mudar seu nome profissional.
O músico afirmou através de seu site oficial que não quer mais ser conhecido pelo nome que usa hoje, e que quer ser "rebatizado" como Martin Louis The King Jr.
Uma das motivações de Kanye é o redirecionamento de sua carreira profissional, que deve ser mais dedicada à moda. Na última semana o cantor lançou uma linha de calçados pela Louis Vuitton. "Quando os sapatos vermelhos chegaram às ruas, eu fui obrigado a mudar meu nome para Martin Louis The King Jr. Me chamem assim", declara o rapper.que bosta! eu gosto tanto das músicas dele, estava começando a admirá-lo e ele me vem com essa baboseira egocêntrica ridícula? vai virar outro puff daddy/ p. diddy ou até o prince, que já teve épocas que nem nome tinha, era somente um símbolo... aff.

LOS ANGELES, CA - JANUARY 25: Actor Hugh Laurie poses with his award for Outstanding Performance by a Male Actor in a Drama Series for "House" in the press room at the 15th Annual Screen Actors Guild Awards.

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Se vc tem vontade de assistir ao filme e/ou não gosta de ler sobre ele antes, pare agora, pq eu vou comentar os detalhes. Estamos combinados?
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Primeiro que o nome do filme é idiota. Já começa a errar por aê. Porque só Vicky Cristina? Pq elas iniciam tudo? Que sem sentido. Barcelona todo mundo sabe que é a cidade espanhola, mas parece que, sei lá, foi só eu ou parece que é uma mulher que tem nome composto e o sobrenome dela é Barcelona? Tem tanto sobrenome por aí assim, eu não me surpreenderia se alguém se chamasse Sr. Barcelona...
Segundo que o filme é previsível e eu odeio isso, pq não prende a minha atenção. Ca-la-ro que a moreninha (aliás, que atriz bunitinha, non?) ia se entregar pro cara-que-ela-detestava-mas-conhecendo-melhor-acabou-se-apaixonando. Óbvio tb que ela ia ficar na dúvida cruel do que fazer com a minha-vida-que-antes-era-perfeitinha-e-agora-tá-um-caos (é minha fia, a vida é assim mesmo, pára de reclamar!) e ia optar pela opção segura, que é casar com o boboca do noivo.
Ae o mocinho-mau se joga pra loirinha-loks e acabam namorando. E a moreninha-certinha se morde por dentro pq está apaixonada pelo mocinho-mau, mas ao mesmo tempo não quer furar os zóios da melhor amiga, a loirinha-loks.
Quanto clichê.
Mas aê eu ficava me perguntando "cadê a Penélope?" e então vi que o mocinho mau falava muito na ex mulher dele e aê deu aquele clique, sabe? Pois é. A Penelope é a ex-mulher dele que entra na trama depois da metade do filme.
E se vc achava a loirinha a mais loks, é pq o Woody Allen guardou uma surpresinha (pelo menos uma, né?) pro final: a loks-loks mesmo é a Penélope, uma típica latina impulsiva, que grita, esperneia e super-ultra-mega-passional, a ponto de tentar matar o marido com facas e, depois, com uma pistola.
Ae começa o auê (que foi o grande motivo para eu querer assistir o filme), que é a relação do mocinho-mau, da loirinha-loks e da ex-mulher-loks-loks. Isso mesmo, um triângulo, uma suruba emocional.

E nem foi tão interessante assim. Eu ficava mais preocupada com a moreninha-bobinha do que com o romance dos três. A moreninha-bobinha casa com o noivo boboca mas não pára de pensar no mocinho-mau e esse "sacrifício nobre" fica estampado na cara dela forevah-evah, tanto é que a sua tia percebe e tenta ajudá-la.
Mas, enfim, foda-se tudo isso. Vim aqui mesmo gastar meus dedos e meu sono pra dizer uma coisa:
LÁ EM CASA, BARDEM! Porra, eu sou lésbica e a coisa que mais me chamou atenção no filme todo foi esse ator espanhol que nem é um galã global, porém tem um jeito que UUUUI, me deixou arrepiada.
Tá, tá, o beijinho da Johansson com a Cruz foi gostosinho, confesso. Mas dá uma olhada na pinta do moço:



Um George Clooney ibérico? Ay, que rico!


Calma que eu explico o NOT LUPUS antes que vc faça uma cara de
ahn?. House é um médico especializado em diagnóstico, ou seja, aquele caso que ninguém sabe o que é e nem sabe o que fazer, ele cuidará. E na maioria dos episódios, ele sempre diz que o caso do paciente é lúpus. Tudo pra ele é lúpus (e essa é a graça).

Minhas habilidades em ferramentas de edição de imagens é limitada, então vou descrever aqui mesmo. Para uma adaptação mais - digamos - boêmia do slogan da campanha do Obama: YES WEEKEND
Condenado por abuso é espancado após ganhar na loteria no Alasca
O homem condenado por abuso sexual de menores que ganhou meio milhão de dólares em uma loteria no Alasca foi espancado com um cano de ferro na tarde desta terça-feira, segundo o jornal “Anchorage Daily News”. Segundo a polícia, Alec Ahsoak, de 53 anos, foi atacado por um homem e duas mulheres.
[...]
Prêmio
Alec Ahsoak, que segundo a Justiça do Estado americano foi condenado em 1993 e 2000 por abusar sexualmente de menores, recebeu o prêmio no sábado, segundo a imprensa local.
O prêmio da Lucky Time Pull Tabs jackpot é de US$ 500 mil. A loteria foi feita exatamente para levantar fundos para um grupo que defende vítimas de abuso sexual.
Os lucros vindos da loteria ajudando o grupo "Standing Together Against Rape in Anchorage (Juntos contra o Estupro em Anchorage), uma ong que ajuda vítimas de abuso.
"Não era o que nós esperávamos", disse Nancy Haag, diretora executiva da entidade, à rádio CNN. notícia completa
aquiCapaz do cara ainda processar quem bateu nele e ganhar muito mais dinheiro do que ganhou na loteria.
E, realmente, uma ironia dessa não é esperada. Mas até estupradores podem fazer uma "fezinha" (com acento ou sem acento?) de vez em quando...
Oficial de cúpula do governo Bush admite tortura em Guantánamo
Um oficial de cúpula do governo do presidente americano, George W. Bush, admitiu em uma entrevista publicada nesta quarta-feira no jornal "Washington Post" que o saudita Mohammed al Qahtani, acusado de envolvimento nos ataques de 11 de Setembro, foi torturado na prisão da base de Guantánamo, em Cuba --onde continua preso. "O tratamento dado a ele encaixa nas definições legais de tortura", afirmou Susan J. Crawford. [
mais]
É o Bush tentando limpar sua barra?
Ele é o presidente americano com a maior porcentagem de desaprovação na história.
Visitando o
Hello, Lolla, achei um meme de
one word, only. E como eu adoro responder essas coisas inúteis (mas nem vou me dar ao trabalho de enviar aos amigos por e-mail pq ngm mais gosta de responder essas coisas /: ), lá vai:
Onde está seu celular? Perto.
Onde está a sua cara-metade? Over-the-rainbow
A cor do seu cabelo? Preto.
Sua mãe? Dormindo.
Seu pai? Ausente.
Seu objeto favorito? iPod.
Seu sonho na noite passada? Péssimo!
Seu objetivo? Evoluir.
Onde você está? Quarto.
Seu hobby? Palavra-cruzada.
Seu medo? Solidão.
Onde você quer estar em 6 anos? Europa.
Onde você estava na noite passada? Padoca-rua-cama.
O que você não é? Repetitiva.
Item na sua wishlist? Emagrecer.
Onde você nasceu? Campinas.
A última coisa que fez? Banho.
O que está vestindo? Pijama.
Sua TV? Inexistente.
Seus animais de estimação? :ó(
Seu computador? Lento.
Seu estado de espírito? Entediada.
Sentindo falta de alguém? Sempre.
Seu carro? Inexistente.
Algo que você não está vestindo? Meia.
Loja favorita? Papelaria.
Seu verão? Calorento.
Ama alguém? Claro.
Cor favorita? Azul.
Última vez que sorriu? Hoje.
Última vez que chorou? Essa-semana.
E obrigada a Wanbs querida que me passou vários b-sides da Memé! No
last.fm eu poderei fazer mais jus a extraordinária performance de quinta usuária que mais ouve Melanie C no site inteiro, uuu!
where will you go?
is there something i could say to make you stay?
i dont know
but i know ill never feel this way again
this moment in time
has got me thinking
after everything you said
i´m so easily mislead
[...]
and when you go it won't be easy
my love will burn and fade away
living without you
how will i get through?how will i get through? ai que dramático! bem a minha cara...
mas eu sobreviverei. com pesar, claro, mas sobreviverei.
Olá, como vai?
Sabe, eu sou um pouco tímida, tenho dificuldades em me apresentar e puxar papos com desconhecidos, mas eu tomei uns goles de cerveja para criar coragem e vir aqui falar com você... é, demorei nove dias, mas antes tarde do que nunca, né? E porque eu resolvi vir? Olha, não vou mentir, tô tentando causar uma boa impressão em você. Como estou me saindo? Risos.
Mas, claro, vim também porque você me parece muito interessante. E já que você vai fazer parte da minha vida por um certo tempo, eu queria lhe dizer que, da minha parte, vou fazer de tudo para nossa relação ser ótima.
É ando muito otimista em relação a você. Veja, o seu antecessor, 2008, não foi lá um ano muito bom para mim... não, nenhum familiar meu faleceu, mas só esse quesito que conta como "desgraça"? Poxa, seja menos quadrado! Exemplos? Tá. Eu terminei namoro. Como assim isso é coisa de "mulherzinha"? Caramba, eu sofri bastante (a Déia que o diga!)... tá, tá, tem mais. Perdi emprego, serve? Como assim foi minha culpa? Ok, abafemos isso. Mudei de cidade, tive decepções no campo da amizade, sofri acidente de moto, voltei a depender da minha mãe... Ah, agora vc simpatizou, né? Nada bobo você. Sim, claro, teve coisas boas que eu vivenciei com o seu antecessor, mas... oi? É, o Corinthians subiu para a série A, pfff, mas, olha, vim aqui para falar com você e sobre você, pra que perdermos tempo falando dos outros?
Como eu disse, você me parece interessante. Estou otimista quanto ao seu "mandato". Não só para mim, mas sinto que será um ano produtivo para todos, em geral. Tô falando sério, oxe! O que que eu quero de você? Ai, que pergunta difícil, assim, de supetão... sabe que eu não parei para pensar nisso? Deveria, né? Pelo menos você não me pegava desprevenida assim, he he. Posso pedir 'paz mundial' ou é muito típico de miss universo? Muito abrangente? Que tal um pedido pequeno, como pedir que as pessoas sejam menos superficiais e preocupem-se mais com o próximo? hahaha, tô brincando, esse é mais difícil ainda... é que egoísmo é uma coisa que me incomoda. Bom, prometo que vou parar e refletir seriamente sobre isso e te falo depois, pode ser? Um ajuste aqui, outro ali, uma concessão sua, outra minha... mas não esqueça que eu tô apostando muitas cartas em você, hein? Espero que esse ano eu consiga crescer e botar em prática vários planos que eu tenho em mente... Desculpa, eu não queria pressioná-lo, a gente acabou de se conhecer e tals, porém eu não posso deixar de te dizer essas coisas porque senão eu depois fico me torturando... vc entende, né?
Bom, seja bem vindo e a gente vai se falando, se acertando, afinal de contas, ainda tem mais trezentos-e-cinquenta-e-seis-dias para um olhar pra fuça do outro, certo? Abraços!

Tentar fechar a boca eu até tento, mas a minha mãe não colabora...
Blog abandonado? Não. Eu só não estou com vontade de verborragiar.
Estou com vontade de sentir.
Sentir, sentir, sentir! Expressar fica pra mais tarde ;o)
sinuquinha hj com a Lu, nhooooooim
nem posso ficar elogiando muito pq ela lê essa joça (de vez em qndo, mas lê. e adora deixar msg engraçadinha)
mas o seu giz de cera de hj me deixou booooa. bom, pelo menos ele foi aproveitado por outra pessoa, mesmo que em outro tipo de benefício, hahaha.
trouble is i´m a danger to myself =/
*post substituto de um imaginário stick amarelo-choque-neon colado na minha testa*
bem feito, Fernanda.
Se tem alguma coisa que eu aprendi morando nos EUA - ou pelo menos eu convivi o bastante para entender perfeitamente como funciona -, é o senso de justiça que eles aplicam, muito oposto do nosso famoso "jeitinho brasileiro".
Sei que eu já fiz posts sobre isso anteriormente, mas aparentemente o assunto nunca se esgota. O brasileiro parece que nunca aprende. Passa sempre pela mesma rua e no mesmo buraco tropeça. Infalivelmente.
Lá você não é melhor que ninguém, mas também não é pior. Você é igual, não recebe tratamento diferenciado.
Vejamos... o primeiro sinal soou. Um sinal comprido e agudo. Significa que faltam dez minutos para a aula começar; significa que, dentro desses dez minutos, você tem que estar dentro da sala de aula, pronta para começar.
Toca o segundo sinal, o definitivo, e você não está dentro da sala. Conclusão? Você está atrasada. É necessário que você vá até a sala do supervisor, assine uma advertência e volte para a sala.
Mas não, você é brasileira, não está acostumada com isso. Peraê, eu tava aqui em frente a porta da sala, não ouvi o sinal por causa do barulho.... ERRRADO. Eu estava na sala vizinha, falando com a professora de matemática, tirando uma dúvida sobre o teste que ela aplicou... ERRADO. Ah, então, eu estava no meu locker, pegando o livro para a sua matéria, mas o cadeado emperrou, não queria abrir, que coisa né?, por isso me atrasei... ERRADO.
Nada funciona?
Nada. Sem desculpas. Não querem saber o motivo. A não ser que seja médico, ou que você tenha sofrido algum acidente, não há como quebrar a regra exclusivamente para você. Na sala tem 30 alunos, 29 estão certos, 1 está errado. Porquê esses 29 conseguiram e você não? Não tem nenhum jeitinho ou conversa mole que faça o professor esquecer o fato que tocou o sinal e você não estava dentro da sala de aula.
E esse jeitinho brasileiro às vezes me enlouquece, me tira do sério. É indisciplinador, abusivo. Me sinto uma bosta quando eu faço tudo nos conformes e vem outro neguinho que não fez, mas mesmo assim consegue o mesmo objetivo que eu. E você, ao longo dos tempos, de tanto observar os outros brasileiros espertos (ah sim, todo brasileiro se acha esperto e que os outros são uns tapados) conseguirem burlar, acaba sendo recondicionado, feito o cão de Pavlov, a imitar os gestos e tornar-se também uma usuária típica do jeitinho brasileiro.
É, pq eu não vou ser hipócrita e dizer aqui que eu não faço isso. Faço sim. Faço porque sei que me permitem que eu faça. Fiz com o meu relatório de estágio, que entreguei na data errada e mesmo assim foi aceito. Usei um erro do calendário ao meu favor, supliquei, argumentei e consegui. Só aqui no Brasil, meus caros.
Às vezes assisto uns episódios controversos de House e até compreendo a atitude. Mesmo eu sabendo que aquilo está longe de representar uma situação real, eu me identifico com algumas atitudes polêmicas do famoso doutor ranzinza. Por exemplo, em um episódio ele diz que só porque a garotinha está com leucemia de repente ela torna-se a MAIS corajosa, a MAIS tudo; que ela não deveria receber tratamento diferenciado só porque vai morrer. Citando-o: "die changes everything" (a morte muda tudo). Deixe-a se drogar, pq ela vai morrer. Ela matou alguém? Ah, é compreensível, ela tem leucemia e vai morrer, deve ter entrado em pânico.
Não e não. Errado e errado. Ela não pode se drogar e ela certamente não pode matar alguém. Ela que aprendesse uma maneira de sustentar a sua "cruz".
Bah, sei lá. to com sono. faz algum sentido o que eu escrevi?
By the way.... esse é o 1.111 post neste blog. ui!
Vontade de não controlar meus impulsos. De desregrar e achar que posso comandar o mundo. O mundo é meu, ele me pertence. Sou indiferente a tudo e todos. Ajo, corto, rasgo, piso. Não existe responsabilidade dos atos, não existe o amanhã para responder.
Mas não posso permitir que outros se espelhem em mim, sou monarca absoluta. Não admito competição, porque senão meu espaço se fecha, perco-o: colisão. Na verdade não posso porque dessa forma ico intacta, ilesa, sã. Eu posso não me importar com você, mas você certamente deve se importar onde pisas.
Os degraus da escada são pequenos e sinto-me abafada. Se algum dia eu decidir sair correndo daqui, vou esquecer de fechar todas as janelas e trancar todas as trincas. "Perdoem-me", eu direi, "mas não tive escolha". Silêncio naqueles olhos que eu um dia conheci e eram oceanos, hoje são silêncio.
Fiz um barco de papel e soltei-o no rio. Ele vai. Cambaleia, mas vai. Segue o fluxo do rio, um rio que já foi gelo, um gelo que já foi sal.
LETARGIA
do Lat.
lethargias.f.,
estado mórbido em que as funções da vida estão atenuadas por forma tal que parece estarem suspensas;
fig.,
sono profundo;
estado de apatia moral ou intelectual;
estado de insensibilidade característico do chamado transe mediúnico.
Adorei o uso dessa palavra. Quero que vire gíria no meu depenado vocabulário.
- Hoje estou letárgica!

8 de Dezembro, dia de Nossa Senhora da Conceição, padroeira de Campinas.
eu vi mamãe oxum na cachoeira
sentada na beira do rio
eu vi mamãe oxum na cachoeira
sentada na beira do rio
colhendo lírios-lírio-iê
colhendo lírios-lírio-uá
colhando lírios pra enfeitar
o seu congá